Cuidamos da jornada de compra do seu hotel, pousada ou agência: da campanha que traz o pedido ao cliente que volta a comprar.
Quando a venda não vem, quem cuida do anúncio diz que o problema é o atendimento; quem atende diz que é o anúncio. E você fica no meio.
Os dois lados têm parte da razão, porque a venda que vem do anúncio depende de dois fatores ao mesmo tempo: a campanha, que traz o pedido, e a estrutura, que organiza o que acontece depois que ele chega.
Sexta, 22h47
WhatsApp da pousada
Oi! Tem quarto para o feriado?
SEM RESPOSTAOs pedidos chegam e se perdem no caminho. E a campanha nunca fica sabendo quem reservou ou fechou o pacote.
Terça, 15h10
WhatsApp do hotel
Oi! Vocês estão contratando?
PEDIDO ERRADOTudo pronto para aproveitar cada pedido, mas chega pouco pedido, ou o pedido errado.
Sábado, 11h20
WhatsApp da agência
Fechado! Pode mandar o contrato.
VENDIDOChega o pedido certo, nenhum fica sem resposta, e cada venda ensina a campanha a trazer mais gente parecida.
Antes de reservar o quarto ou fechar o pacote, todo cliente passa por quatro perguntas. A venda escapa quando uma delas fica sem resposta.
Todo pedido que se perde no caminho já custou para chegar até você: o anúncio, o tempo de quem atende, o esforço da venda.
como ele te acha?
Onde escapa
A mesma campanha em março e em dezembro, fora do ritmo de férias e feriados.
quem responde, e em quanto tempo?
Onde escapa
O pedido chega no WhatsApp e espera. Ninguém sabe quantos esperaram.
por que ele fecharia com você?
Onde escapa
O orçamento vai, o cliente pede um tempo, e ninguém retoma. Ninguém sabe por que não fechou.
por que ele voltaria?
Onde escapa
Depois da estadia ou da viagem, ninguém procura o cliente. De quem reservou pela OTA, o hotel nem tem o contato.
Por onde começar: por uma conversa sobre a sua operação.Conversar agora
Estudo de caso
R$ 8 mil em anúncios trouxeram
R$ 154 mil
em hospedagens, já no primeiro mês.
Desde então, os anúncios trazem de R$ 100 a 200 mil por mês, inclusive na baixa temporada. Na média, desde janeiro, são R$ 19 em hospedagem para cada R$ 1 investido.
A campanha trabalha marca e venda ao mesmo tempo, alinhada às ações comerciais do resort, com venda antecipada para a baixa temporada.
Resultado de um cliente, não promessa: o seu depende do destino, da temporada e da operação.
Depois dela, o estoque venceu.
O quarto do meio de semana que ninguém vendeu, o pacote de julho orçado em maio e não fechado. Existe uma janela antes da data, e é nela que a gente trabalha.
A gente entende como funciona a sua operação e o que você quer resolver.
Só o que faz sentido para você: o que entra, o prazo e o preço.
A gente monta e opera o que foi combinado; você acompanha o que foi feito.
Cada cliente com um motivo para voltar.
O próximo pedido já está a caminho. Vamos falar sobre por onde ele vai passar.
Falar com um especialistaA jornada é a mesma: interesse, contato, escolha e fidelidade. Muda o detalhe: no hotel, a reserva direta e o convite para voltar; na agência, o orçamento, a retomada e a data da viagem.
Não. Quem atende continua sendo a sua equipe. A gente monta a estrutura para nenhum pedido ficar esperando sem ninguém ver, e para a retomada acontecer no tempo certo.
Não. A gente monta no que você já usa. Se não tiver um, indica e configura, contratado no seu nome.
Não. A OTA é um canal importante; o problema é depender de um só. O trabalho é dar ao hotel um canal direto forte, para ele escolher quanto quer de cada um.
Usamos, sempre a serviço da venda: onde ela poupa tempo da sua equipe e deixa a operação mais organizada. Toda ferramenta nova é testada antes de chegar ao seu negócio.
Depende do que a sua operação precisa e de por onde faz sentido começar. O investimento tem duas partes, o nosso trabalho e a verba dos anúncios, e na conversa a gente entende o seu momento e monta uma proposta do seu tamanho.